terça-feira, 15 de maio de 2012

Moz

Acabou por estes dias um obscurso campeonato lá para os lados do Chile. Sem webcast, sem site, sem nada além de dois portugueses e de uma vitória do Amaury. A custo, vi os nomes dos participantes nos últimos e heats e parece-me que eram mais do que suficientes para fazer da vitória um prémio saboroso. Será que um ano depois de se ter tornado no primeiro europeu a vencer um Mundial, o Amaury voltou a acordar?



Bons Tubos

quinta-feira, 10 de maio de 2012

se fosse aussie ...

E se este puto fosse aussie? Mais uma manobra nova ...



Bons Tubos

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Tirinho no mercado

Na visita diária ao PdS, tropecei no video de apresentação da Hollow Boardshop.



Não sei de quem é, onde fica ou se irá aguentar um arranque em tempo de crise, mas o projecto parece promissor. A verdade, é que não conheço cinco verdadeiras bodyboard shops e a Miramar sempre me pareceu de um nível à parte. A julgar pelo vídeo de apresentação, a Hollow Boards vem para jogar no mesmo campeonato. Um bom sinal. Sinal de que há quem acredite e quem saiba como aumentar as hipóteses de êxito. GO ONLINE!

Nos media, na música ou na promoção de fenómenos, hoje não há como brilhar sem dominar o online e a malta da Hollow Boards parece ter essa noção. Caso tenha quem saiba atrás do balcão, a Ericeira pode mesmo voltar a ter uma boa loja das "nossas". E deus nosso Senhor - o Mike, pois claro - sabe como nós agradecemos.

A justificação estará entre o importador, a qualidade das pranchas e a popularidade dos riders, mas é assustador o volume de NMD/VS quando comparadas a outras marcas. Lamentavelmente sem qualquer número, arrisco que a Pride do Pierre Louis Costes arrisca ser a prancha da "estação". Mas nenhum outro "carimbo" chega com a diversidade das pranchas do senhor Meritz. E as Turbo do Romero ou do King? A BZ do Hubbard? O Tâmega já não vende pranchas? E a Science do próximo a estrear-se como campeão campeão do Mundo?



E Arica?



Bons Tubos

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Fala o maior

A entrevista não é nova, mas vale sempre a pena ouvir o maior.

Senhores e senhoras, Guilherme Tâmega.



Bons Tubos

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Diz união?

Sempre escrevi, fiz disso vida e desde que a internet disponibilizou os blogspot.com que passei a alimentar blogs. Escrevia sobre música, sobre a vida, sobre os desamores e em 2007 lancei-me nos blogs de ondas. Como cúmplices, dois amigos, um surfista outro bodyboarder, um jornalista e outro que desde então ganhou "estatuto", online e no Mundo das ondas reais. Os mais atentos saberão que em 2009 estive entre os fundadores do Palavras de Sal, que desde 2010 que por aqui ando e espero que, no que respeita a ondas, nunca mais tenha de mudar de morada.

Não foi minha a ideia de fundar o PdS e não sei, sinceramente, de quem é o mérito. Lembro-me que na altura existiam uns quatro ou cinco blogs, melhores ou piores, mais ou menos actualizados, e que alguém lançou o desafio de nos juntarmos num único endereço. Amadores, profissionais e gente bem embrenhada no meio, fizeram uma mistura de sucesso e no dia em que chegámos aos bodyboarders brasileiros as visitas dispararam. A rivalidade com a Vert surgiu logo a seguir.

Desde a Bodyboard Portugal - que depois foi BB Portugal e Vertical até ser Vert - que colecciono quase todos os números da única revista de Bodyboard nacional, mas há muito que deixei de ser o maior fã do produto. Acérrimo defensor da liberdade de expressão, nunca tive qualquer problema em assumir as minhas opiniões e se nem sempre fui construtivo nas críticas a verdade é que sempre tive a mesma opinião: todos os bodyboarders nacionais deviam comprar a revista. Estou convencido que o PdS ajudou à evolução a que se assistiu nos últimos anos, ajudou-os a perceber a necessidade de terem um site decente, mas sei que nem sempre as regras do fair play foram respeitas. Tenho alguma culpa nisso, mas também não me esqueço de ver bicadas em editoriais e citações de entrevistas feitas no blog sem que o endereço fosse disponibilizado.

Não são meios comparáveis. Um é visceralmente amador e do outro espero sempre profissionalismo. Num procuro as últimas novidades, no outro gostava de encontrar artigos bem pensados e deliciar-me com as melhores fotos dos nossos. Num desculpo "disparates", no outro espero sempre mais. Um presta um enorme serviço à comunidade, mas é nesse campeonato a Vert goleia qualquer blog - algum rider apresenta um post a um patrocinador? Nesse campo, o papel reina e é esse o campo que agora ameaça virar o jogo para os blogspot.com.

Não conheço o editor da Vert, mas sei que não enriquece à custa do Bodyboard. Não conheço a maioria dos actuais escribas do PdS, mas também arrisco que continuam sem ganhar um tostão à conta das mais de mil visitas que o blog tem diariamente. Sei que a vantagem está online. Porque hoje só se fazem revistas por carolice, porque nem os maiores órgãos de comunicação social vivem tempos desafogados e porque fazer um produto em papel que justifique o preço de capa (e o da Vert é absurdamente baixo) é uma missão árdua. É preciso quem escreva bem, quem pense melhor, é preciso ter acesso aos protagonistas, ter dinheiro para comprar as melhores fotos e tudo isso custa dinheiro. Muito dinheiro. Num desporto em que se celebram patrocinadores que oferecem fatos e uma ou outra prancha em troca de autocolantes, num país falido como não há memória há uma revista que resiste e isso será sempre de louvar. A chegar assustadoramente perto das duas décadas de Bodyboard, há uma coisa de que não tenho dúvidas: mais que federações, associações, blogs ou fóruns, foi a revista da comunidade que permitiu que muita gente se mantivesse ligada ao desporto ao longo dos anos.

Abandonei o PdS porque a boa onda se perdeu. Com o disparo das visitas chegaram os atritos, aumentou a responsabilidade e a parada teria, naturalmente, de subir. Confesso que não estive para perder mais tempo com guerras absurdas, que não gosto de caixas de comentários carregadas de filtros e que não gosto de participar em órgãos de comunicação com falhas de critério. Com o PdS tão instituído como bem entregue, segui caminho. Aqui, a vida é mais sossegada e sinceramente não tenho saudades da agitação e para a quota de stress chega o que escrevo no trabalho.

Da próxima vez que a Vert chegar às bancas é certo que a comprarei. Diariamente, continuarei a passar pelo PdS. E estarei sempre a torcer para que ambos, goste mais ou menos do registo, vivam tempos de fartura. Já tenho demasiados anos de Bodyboard para nos imaginar como uma família unida, mas a verdade é que poucas o são e nem por isso, com respeito pelas regras de convivência salutar, deixam de crescer. Sobreviva a Vert a um período que se avizinha negro e consiga o PdS continuar a crescer e o bodyboard só tem de agradecer. Diz União?

Bons Tubos

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Iba World Tour - Respeito

Tenho mais anos de Bodyboard do que gosto de somar. Porque me dizem que podia andar a mandar inverts na Cova com dois metros, a sacar tubos intermináveis nos Super ou a partilhar as sessões em que o Porkito se dedica ao drop knee na Praia do Norte. É escusado mentir - não faço nada disso. Estarei pouco acima da média de um dia normal num pico bom, mas há coisas que os anos, ou as milhas em remada, me ensinaram - respeita e serás respeitado.

É com essa regra que há anos surfo nos Super sem ter stress com os locais, é com essa regra que não me deixo dropinar (além do razoável) e é essa a regra que vejo como de Ouro. Na vida, nos picos mais concorridos ou nos campeonatos da elite, é a regra que faz a diferença.

Não é segredo que estou longe de ser o maior fã da trupe aussie e, sobretudo, que vejo no Guilherme Tâmega o melhor bodyboarder da história. São seis títulos mundiais, seis vice e dezenas de momentos que ninguém esquece. Para compensar, já assisti a quase tantas as provas de desrespeito - a mais recente, não  riam, foi a de um rapazito australiano que decidiu começar a "assinar" GT - ao brasileiro que nunca recebeu o crédito devido e que este ano não teve condiço€s para voltar a ser candidato ao título Mundial.

Tal como sobrevivo sem conseguir competir com o reportório dos locais, também o Tâmega há muito que ganhou o respeito dos "cool", dos que têm as pranchas forradas de autocolantes dos que são os "melhores do mundo" mesmo que nunca tenham ganho um dos canecos de que o Tâmega tem ... seis. Mais que isso, mesmo que os media insistam nos lugares comuns, há muito que todos os que apontam às vitórias o sabem: se estiver na folha dos heats, o GT é sempre candidato.

A preparar as espingardas para Arica, o Winny não deixa de fazer o aviso: na água estará um bicho muito perigoso. O GT falhou a Box, mas estará em Arica e para ganhar, reconhece o aussie, será "preciso ser ainda mais louco" ou ser capaz "sobreviver" a manobrar onde o GT aterrou O momento da temporada passada.

Mais do que bom senso, só prova que além de ser o melhor aussie da actualidade o Wnny sabe quem merece Respeito.





Bons Tubos

sábado, 28 de abril de 2012

Small, Bad & Cloudy

Ninguém discute que "sem unhas não se toca guitarra". Mas será verdade que quando se tem unhas em excesso se toca qualquer coisa? Winny explica.



Bons Tubos