À conta da paragem habitual no Palavras de Sal descobri um site que revela, finalmente, alguma dedicação à história do desporto - http://www.vintagebodyboards.com Sem os ensinamentos da juventude, sem as memórias das dores de crescimento, não é possível ser adulto. E o nosso bodyboard começa a fazer-se crescido. Um site dedicado às pranchas mais carismáticas, não só ajuda a perceber a evolução da coisa, como ainda permite que se matem saudades daquela primeira prancha ... Eu até lá tenho a minha primeira prancha, uma maravilhosa 7-X, mas não resisto a apontar uma falha grave ... a minha segunda prancha. Queiram ou não, qualquer livro, ranking ou mesmo artigo sobre a história das nossas pranchas tem de ter um espaço especial para a Wave Rebel com que o Guilherme Tâmega limpou o sexto título.
Um pedaço de história
P.S: O Vintage Bodyboards merece mais que uma visita.
Bons Tubos
sexta-feira, 8 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Anti crise
Dúvidas restassem, o nosso mundo fechou ontem. Somos, oficialmente, lixo. Despedimentos, o fim das reformas e empresas a falir. Felizmente para nós, tugas e bodyboarders, há quem vá resistindo.
Bons Tubos
Bons Tubos
domingo, 3 de julho de 2011
Bons exemplos
Dentro do meu país existem várias nações e eu pertenço a umas quantas. Mas aquela que me é mais querida é, confesso, a do bodyboard. É uma nação complicada, cheia de quezílias e polémicas e mesmo algumas invejas. Só isso explica que sempre que alguém faça alguma coisa em prol da modalidade se levantem sempre 20 vozes críticas por cada uma que apoia.
Se acham que exagero, vejam-se os casos do Circuito Nacional de Bodyboard, levantado do chão a muito custo por uma mão-cheia de voluntários e num ano em que a carestia financeira corta as vazas um pouco por todo o lado. Ou até o Mundial de Sintra que, estou agora a perceber melhor, é pouco menos que um milagre anual. Não digo que não se critique. Quem me costuma ler, sabe bem que sou o primeiro a apontar o dedo a alguns disparates. Mas depois tento ajudar a remediar os que posso.
E, todavia, depois destas guerras, há coisas que me enchem de orgulho e que restauram a minha fé nesta nação das pranchas curtas e barbatanas coloridas. Coisas como o festival de ondas que agora decorre na Figueira da Foz. Esforço, criatividade, muito boa vontade e alguma imaginação serviram para promover uma festa que, não sendo um primor no que diz respeito à qualidade das ondas (nem seria esse o principal objectivo), mobiliza alguns milhares de pessoas, entre atletas e público e a grande família do bodyboard para um objectivo comum: divulgar o bodyboard.
É por estas coisas que tenho de agradecer à organização deste SEAT Figueira Junior Wave Fest 2011; ao Nuno Trovão, ao Pedro Cruz e a todos os outros que não conheço mas com quem partilho um vínculo não escrito.
Por me devolverem a fé através destes bons exemplos, muito obrigado.
Se acham que exagero, vejam-se os casos do Circuito Nacional de Bodyboard, levantado do chão a muito custo por uma mão-cheia de voluntários e num ano em que a carestia financeira corta as vazas um pouco por todo o lado. Ou até o Mundial de Sintra que, estou agora a perceber melhor, é pouco menos que um milagre anual. Não digo que não se critique. Quem me costuma ler, sabe bem que sou o primeiro a apontar o dedo a alguns disparates. Mas depois tento ajudar a remediar os que posso.
E, todavia, depois destas guerras, há coisas que me enchem de orgulho e que restauram a minha fé nesta nação das pranchas curtas e barbatanas coloridas. Coisas como o festival de ondas que agora decorre na Figueira da Foz. Esforço, criatividade, muito boa vontade e alguma imaginação serviram para promover uma festa que, não sendo um primor no que diz respeito à qualidade das ondas (nem seria esse o principal objectivo), mobiliza alguns milhares de pessoas, entre atletas e público e a grande família do bodyboard para um objectivo comum: divulgar o bodyboard.
É por estas coisas que tenho de agradecer à organização deste SEAT Figueira Junior Wave Fest 2011; ao Nuno Trovão, ao Pedro Cruz e a todos os outros que não conheço mas com quem partilho um vínculo não escrito.
Por me devolverem a fé através destes bons exemplos, muito obrigado.
terça-feira, 28 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Preciso
O filme, encontrei-o no Palavras de Sal. Mas é isto. É só isto de que preciso. Porque sem folgas, sem ondas e sem paciência não vou a lado nenhum!!!
Bons Tubos
Dreamy Days from Dan Skajarowski on Vimeo.
Bons Tubos
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Persistência
O Mundo, o país e o meu saldo bancário, têm uma coisa em comum. Todos sugerem trabalho. Seja porque é a altura errada para ser dispensável, seja porque nem no Governo se vê um rumo, seja porque não gosto de ver menos de três dígitos no extracto, tudo me diz: não facilites. E eu não tenho facilitado. Consequência: o cansaço tornou-se maior e as visitas às ondas, como podem imaginar, menos regulares. Já lá vão uns bons meses assim.
Mas hoje ia ser diferente. Depois do trabalho, uma das melhores ondas do Mundo, quase todos os melhores atletas do Mundo - GT e Hardy fazem muita falta - e amanhã até estou de folga. Hoje, mesmo sem ir à água, ia encher a barriga. O stress do costume, a tareia habitual, mas com uma ajuda: a noite seria de festim. Shark Island Challenge, no ano dos melhores webcasts da história.
Comigo, o Mr Charles e outro dos irmãos. Todos prontos ...
Hoje, também foi a noite que, por vários imponderáveis - um deles chamado artoscopia -, o Sagu também estava sentado ao computador. E os ingredientes apareceram todos. Ondas dignas de filme e um heat que mesmo antes de começar já tinha direito a um lugar na história. O melhor bodyboarder do Mundo - diz o fã e vários dos melhores que por lá andam - contra os dois títulos mundiais do único King da modalidade e um rapaz que ameaça mudar o rumo do desporto. Visto dos olhos do Jason Finlay ou do Adam Smith, os adversários eram King, Hubb e Rawlins. E nós íamos poder assistir.
Errado. Hoje, o Bodyboard tornou tudo pior. Em vez de um festim, voltei a ver o desporto amador que eu pensava ultrapassado. Doeu. Numa altura em que não se pode facilitar, os responsáveis pela competição do nosso desporto falharam.
... vou continuar a tentar.
Mas hoje ia ser diferente. Depois do trabalho, uma das melhores ondas do Mundo, quase todos os melhores atletas do Mundo - GT e Hardy fazem muita falta - e amanhã até estou de folga. Hoje, mesmo sem ir à água, ia encher a barriga. O stress do costume, a tareia habitual, mas com uma ajuda: a noite seria de festim. Shark Island Challenge, no ano dos melhores webcasts da história.
Comigo, o Mr Charles e outro dos irmãos. Todos prontos ...
Hoje, também foi a noite que, por vários imponderáveis - um deles chamado artoscopia -, o Sagu também estava sentado ao computador. E os ingredientes apareceram todos. Ondas dignas de filme e um heat que mesmo antes de começar já tinha direito a um lugar na história. O melhor bodyboarder do Mundo - diz o fã e vários dos melhores que por lá andam - contra os dois títulos mundiais do único King da modalidade e um rapaz que ameaça mudar o rumo do desporto. Visto dos olhos do Jason Finlay ou do Adam Smith, os adversários eram King, Hubb e Rawlins. E nós íamos poder assistir.
Errado. Hoje, o Bodyboard tornou tudo pior. Em vez de um festim, voltei a ver o desporto amador que eu pensava ultrapassado. Doeu. Numa altura em que não se pode facilitar, os responsáveis pela competição do nosso desporto falharam.
... vou continuar a tentar.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Pure fun.

Para os mais distraídos. Na pracha amarela, Jamie O'Brien. Na branca, Bruce Irons. Aparentemente, estavam juntos num barquinho da Red Bull e decidiram ir brincar.
"I hadn't ridden a boog for over a year. I waited for a set and got pitted for six or seven seconds. And it felt bigger cause I soul-arched with my chest up and the thing was square – it feels weird being on a boogieboard because the barrel seems so fucken big", O'Brien dixit.
Bons Tubos
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